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COMISSÃO TÉCNICA DE
Grãos / Financiamento da
Produção e PROAGRO
RELATÓRIO
DA REUNIÃO da Comissão Técnica de
Grãos e
Financiamento da Produção e PROAGRO
Data: 03/07/2006
Participantes: 53
Sindicatos Rurais participantes: 29
Roteiro
1. Abertura
2. Climatologia Agrícola
3. Conjuntura
do trigo, milho e soja
4. Avaliação dos avanços quanto
à crise, Plano Safra e Banco do Brasil
5.
Fiscalização dos transgênicos
6. Sugestões da
Comissão para a FAEP
7. Lista de participantes
1. Abertura
A reunião foi aberta oficialmente pelo presidente da FAEP,
Dr. Ágide Meneguette, que empossou por mais três
anos o Sr. Ivo Arnt Filho na presidência da
Comissão, tendo como vice-presidente o Sr. Nelson Paludo e
secretário o Sr. José Antonio Borghi. Em seguida,
Meneguette frisou a importância da Comissão
enquanto órgão consultivo da FAEP e ressaltou a
relevância dos temas que seriam abordados na
reunião, especialmente nas questões de conjuntura
dos grãos, o Projeto de Lei da mistura de mandioca na
farinha de trigo e o cumprimento das leis federais. Após o
Dr. Ágide Meneguette, a fala foi passada ao
secretário geral da FAEP, Sr. Vicente Barbosa Miranda, que
discorreu sobre o Regimento Interno das Comissões
técnicas da FAEP e exaltou os treze anos de
existência desta Comissão. Logo após, o
Sr. Ivo Arnt Filho agradeceu a continuidade dos trabalhos como
presidente e lembrou aos presentes que a Comissão
Técnica de Grãos esteve bem representada no
primeiro semestre do ano na Comissão da Crise, criada pela
FAEP no começo do ano.
2.Climatologia
–
Palestra de Marcelo Brauer Zaicovski,
meteorologista da SIMEPAR
Clique aqui e veja a palestra
A média de chuvas do Paraná do trimestre
abril-maio-junho foi de 40mm em todas as regiões, valor este
muito abaixo da média histórica de todas as
regiões paranaenses, como por exemplo no sudoeste, que
historicamente apresenta chuvas de 160mm. Segundo o meteorologista
Marcelo Brauer do SIMEPAR, o período janeiro a junho de 2006
foi um dos períodos mais graves de seca dos
últimos anos. Além do déficit de
chuvas, elas ocorreram de forma irregular, sendo mal
distribuídas no espaço e no tempo. Maio de 2006
concentrou o período mais crítico da estiagem,
com a maior seqüência de número de dias
sem chuva, sendo que em algumas regiões do Paraná
não choveu um dia sequer. Foi o mês de maio mais
seco dos últimos 10 anos registrado pela rede de
estações do SIMEPAR.
Quanto às geadas, o acompanhamento meteorológico
é capaz de fazer previsão de até 72
horas (3 dias) antes do evento. Nenhuma análise
climática indicou que haja um grande número de
geadas no mês de julho, mês este considerado o mais
crítico para este tipo de evento. Para o trimestre
julho-agosto-setembro de 2006 deve chover menos no Paraná,
sendo que agosto é o mês que chove menos dentro do
trimestre e à partir de outubro começa a chover
mais. O meteorologista usou informações de
modelos de previsão de TSM – Temperatura da
Superfície do Mar, que mostra a possibilidade de
ocorrência dos fenômenos La Ninã e El
Niño. As últimas análises de TSM
até o momento indicam a possibilidade de
ocorrência de um fenômeno El Niño neste
segundo semestre, tendo como principal impacto o aumento de chuvas na
próxima estação do verão. O
acompanhamento do TSM nos próximos meses
confirmará ou não esta possibilidade e a
intensidade do mesmo.
3. Conjuntura do trigo, milho e soja
Clique aqui e acesse artigos da SEAB/PR sobre trigo, milho e soja
Otmar Hubner – DERAL/SEAB: relatou a
situação crítica do trigo no
Paraná, especialmente com a queda de área e
produtividade, que deve ficar em torno de 2.000 kg/ha, 20% abaixo da
produtividade média. Pode ocorrer uma reversão do
quadro se julho registrar chuvas regulares. Pesquisas de campo
efetuadas durante junho indicam para uma redução
de 30 % na área paranaense. Em 2005 foram semeados 1,28
milhão de hectares e para 2006 a estimativa é de
897.871 hectares. O preço do trigo, apesar de toda a
conjuntura internacional apontar para um aumento, não reagiu
no Paraná e manteve a média de
R$19,00/saca.
No Paraná, maior estado produtor de milho, que participa com
26 % da produção nacional, a
produção de milho nesta safra está
estimada em 10,86 milhões de toneladas, cerca de 27 %
superior à safra anterior, tanto pelo aumento da
área cultivada, quanto pelas condições
climáticas mais favoráveis que às da
safra passada. O preço do milho reagiu e tem se situado, em
média, a R$ 12,82/sc, 22 % acima dos preços
praticados em abril. A produção estimada da
1ª safra deve ficar em 7,85 milhões de toneladas,
20% superior ao volume colhido na safra passada, a qual foi prejudicada
pela falta de chuvas. Com relação à
2ª safra a área estimada é de 968 mil
hectares. A produção inicialmente esperada de
3,46 milhões vem sendo prejudicada pela falta de chuvas. A
estimativa atual de produção é de 3,0
milhões de toneladas, o que representa uma quebra de 13,3 %
em relação à
produção esperada.
Eugênio Stefanello – CONAB: a conjuntura do trigo
mostra uma área menor de plantio na Argentina, PR e RS e com
o quadro atual de baixos estoques mundiais, é
possível que na época da colheita os produtores
consigam preços melhores do que os atuais. No entanto,
historicamente, após a colheita da Argentina, os
preços tendem a cair no mercado brasileiro. A
cotação internacional está
acima da média histórica, mas o
câmbio faz com que o preço recebido ao produtor
mantenha-se abaixo do custo e preço mínimo.
Milho: as relações de estoque, demanda e oferta
estão equilibradas. O Brasil deve produzir em torno de 40
milhões de toneladas. O consumo é em torno de
39-41milhões de toneladas, exportamos 1,5milhões,
importamos 400mil e o estoque de passagem é de
3milhões, o que atende perfeitamente o mercado.
Soja: o alto estoque de passagem de 57,5 milhões de
toneladas não explica o atual preço internacional
de US$6,00/bushel. O que explicaria o fenômeno seria a forte
entrada dos fundos investindo em commodities e também a
queda do dólar perante outras moedas. Na
avaliação de Stefanello, a
cotação deveria estar em torno de US$5,00/bushel.
Política econômica: Stefanello considera que uma
boa avaliação da conjuntura atual do
agronegócio deve levar em consideração
também a política fiscal, monetária e
cambial. Na política fiscal o governo apresenta
superávit primário, que não inclui
gastos com juros das dívidas interna e externa. No entanto,
o governo gasta acima do que arrecada, gerando o déficit
nominal, que leva em conta as despesas com juros das duas
dívidas. No acumulado em 12 meses até maio, o
déficit nominal estava em R$ 66,5 bilhões ou
3,34% do PIB.
A única forma de alterar o câmbio seria pela via
da redução dos juros, a qual só
é possível se o governo reduzir a
dívida. O foco do setor deveria ser sobre os gastos do
governo e redução de juros. Como estamos em ano
eleitoral, não haverá nenhuma mudança
nessas relações e o dólar deve manter
a variação entre R$2,10 e R$2,30. A alta
relação da dívida interna e
externa/PIB hoje em 51,7%, faz com que tenhamos um risco alto e isso
influi na definição de juros altos
também.
A inflação controlada em 4,5% ao ano e com uma
taxa SELIC de 15,25% ao ano, ainda faz com que o Brasil tenha a taxa
real de 10,75%, a mais alta do mundo. Juros altos atraem
dólares para o país e mantém
câmbio baixo.
Política monetária: o crédito no
Brasil está aumentando, mas está na faixa de R$
640 bilhões, ou 32,5% do PIB. Nos países
desenvolvidos essa relação é entre 80
a 100%. Neste cenário juros alto, pouco
crédito e câmbio baixo seguram a
inflação. Enquanto o déficit fiscal
aumenta a inflação. Câmbio é
baixo devido ao déficit público, que interfere na
taxa de juros e por último no câmbio. A
política agrícola depende da política
econômica. O foco deste governo é agricultura
familiar. O Ministério da Agricultura tem disputado recursos
em outros Ministérios. Os subsídios para a
agropecuária eqüivalem a 3% da
produção no Brasil contra 32% na Europa, 16% nos
EUA e 8% na China.
A CONAB apoiou em 2006: trigo – contrato de
opção de 147mil toneladas, AGF 107mil ton. e
milho 47mil ton. via contrato de opção. O governo
lançou novos mecanismos de apoio à
comercialização: Prêmios de
Equalização para o Produtor de Soja (Pepro) e o
de Equalização da Soja (Pesoja). Por meio desses
dois instrumentos, irá pagar a diferença entre o
preço de mercado e o valor de referência adotado
pelo governo, que não terá
ligação com o preço mínimo.
Estes instrumentos estão sendo disponibilizados para o
Centro-Oeste que enfrentam gargalos de escoamento e não
está disponível para o Paraná, pois o
preço de mercado da soja no Paraná
está acima dos preços de referência do
governo. Stefanello alertou que a crise da agropecuária
é localizada nos grãos por conta do
câmbio e na pecuária devido aos problemas
sanitários. Enquanto o dólar estava em R$4,00,
uma parte dos produtores fez loucura ao partir de uma
situação irreal de mercado para realizar novos
investimentos. O setor tem que assumir também que houve
erros internos desses produtores que deram um passo maior que a perna.
Em momento de abonança deveriam ter feito um
colchão de proteção para os
períodos ruins.
4. Avaliação dos avanços quanto
à crise, Plano Safra e Banco do Brasil
Clique aqui e veja a palestra das medidas sobre a crise e Plano Safra
Pedro Loyola, economista da FAEP, proferiu palestra com a
avaliação dos avanços das medidas
adotadas pelo governo para amenizar a crise. A
apresentação foi dividida em quatro momentos:
medidas emergenciais, mudanças no plano-safra 2006/07,
medidas estruturais e avaliação dos pacotes do
governo.
Após a palestra, a palavra foi passada ao gerente de mercado
de agronegócio do Banco do Brasil, Sérgio
Mantovani. Os membros da Comissão sabatinaram o
representante do BB, e dentre os principais pontos abordados,
destacam-se:
-
Muitos produtores pagaram parte ou o total da parcela de junho do
custeio. Segundo a resolução 3.376, que saiu
após estas amortizações, a
prorrogação poderia ser feita em cima do saldo
devedor do contrato. Desta forma, o que foi pago em junho poderia ficar
de fora do cálculo da prorrogação. No
entanto, o Banco do Brasil vai considerar estas
amortizações para fins de cálculo do
que será prorrogado, beneficiando estes produtores;
-
Nos casos em que a percentagem automática não
seja suficiente para cobrir a necessidade de
prorrogação de custeio, por exemplo, se um
produtor teve uma grande quebra de milho, além dos 35% de
prorrogação automática, o banco
analisará ‘caso a caso’ a possibilidade
de prorrogar uma percentagem maior;
-
O Proagro deveria amortizar o financiamento e cobrir as perdas dos
produtores. Em casos específicos, poderá ser
analisado ‘caso a caso’ as
situações em que isso não ocorreu;
-
O FAT Direto ao Produtor será oferecido, mas pode esbarrar
na falta de margem nos limites de crédito dos produtores;
-
Os custeios prorrogados serão alocados preferencialmente
para o limite de investimento, deixando mais livre o limite de custeio
do produtor para a nova safra;
-
O BB vai verificar o motivo na demora de análises de
crédito e prorrogação que saem da
alçada das agências e passam para a
Superintendência.
5. Fiscalização dos transgênicos
Clique aqui e veja a palestra do governo
O Grupo Especial de Trabalho – Rotulagem do governo estadual
foi convidado pela FAEP para esclarecer os assuntos relacionados
à fiscalização e rotulagem de
transgênicos. O grupo é coordenado por
Álvaro Richuv, assessor especial da Casa Civil. O grupo de
técnicos do governo proferiu palestra sobre o tema. A
fiscalização é baseada em leis
federais: Lei 11.105, da biossegurança, Decreto 4.680/03 que
trata do direito à informação sobre os
alimentos, Portaria Federal 2.658/03, que obriga a rotulagem
quando houver pelo menos 1% de transgênicos no alimento e Lei
8078/90 do Código de Defesa do Consumidor.
Propriedades rurais, transporte, armazenamento, indústria,
distribuição e varejo serão
fiscalizados. Animais alimentados com ração
transgênicas também serão
inspecionados. A identificação de produtos OGM
nas gôndolas de supermercados será feita pelo
símbolo “T” dentro de um
triângulo amarelo. Mariza Koloda, representante da SEAB no
Grupo Especial de Trabalho, esclarece como produtores rurais devem agir
para não ter problemas com a
fiscalização.
É bom deixar claro que o fato de alimentar os animais ou
produzir grãos transgênicos não
é errado. A lei federal exige apenas que o consumidor
seja informado sobre a origem do alimento que consome. De
acordo com Koloda a intenção de fechar
a fiscalização em toda a cadeia é
facilitar a rotulagem. Para os produtores rurais, as
orientações são as seguintes:
- Produtores de grãos: Na compra da semente o produtor deve
exigir nota fiscal declarando se é transgênica. Na
venda do produto final, o produtor deve declarar no corpo da nota se o
produto é transgênico. As
informações necessárias têm
de constar da nota fiscal e quem compra tem de exigir isso para
não ser co-responsável por
informações erradas. Tecnicamente quem
não declara está dizendo que o produto
não é transgênico.
Pecuaristas (corte e leite): Quando o produtor compra
ração ou ingredientes para fazer
ração tem de verificar na nota fiscal se o
produto é transgênico. Baseado nisso vai repassar
a informação quando vende os animais ou produtos.
Por exemplo, o produtor de gado de leite tem de informar o
laticínio. Na venda para frigoríficos, junto com
a Guia de Trânsito Animal – GTA será
anexada uma declaração dizendo se o animal foi
tratado ou não com ração ou
ingredientes alimentares que contenham transgênicos. Baseado
nessa informação o frigorífico
venderá a carne que será rotulada.
6. Sugestões da Comissão para a diretoria da FAEP
- Sobre a criação da Aprosoja nacional e no
Paraná: a Comissão solicitou que a FAEP convide
um representante da Aprosoja para apresentar o projeto e finalidades da
Associação;
- Quanto ao Projeto de lei que trata da mistura de mandioca na farinha
de trigo: a Comissão solicitou que a FAEP adote a postura
favorável que permita essa modalidade, até com
incentivos fiscais, mas com o condicionante de que não seja
em caráter obrigatório;
- Criar um documento da Comissão de Grãos com uma
Proposta de Política Agrícola para a FAEP
encaminhar à CNA. A proposta foi apresentada pelo presidente
da Comissão, Sr. Ivo Arnt, que irá encaminhar
à FAEP um documento que servirá de
subsídio e modelo para ser discutido com os membros da
Comissão. A meta é preparar esse
documento até o final de agosto;
- Solicita que a FAEP defenda e gestione também junto
à CNA para que intervenha em favor dos triticultores no caso
da cobrança de TEC de 10% sobre o trigo importado. O governo
brasileiro planeja eliminar, em agosto próximo, a Tarifa
Externa Comum (TEC) de 10% que incide sobre as
importações de trigo de fora do Mercosul, para
tentar reagir à restrição da oferta do
cereal por parte da Argentina, o principal fornecedor do
país;
- Formatar uma planilha modelo de custos de
produção dos grãos, milho, soja e
trigo com acompanhamento técnico e disponibilizando no site
da FAEP.
- Alertar o produtor para momento crítico, evitando comprar
no impulso os “pacotes de revenda”, analisando
através de matérias sobre custos de
produção, preços recebidos pelos
produtores e conjuntura no boletim informativo.
- Foi requerido que a FAEP verifique a possibilidade de disponibilizar
o corpo jurídico para prestar assessorias sobre
dívidas agrícolas aos produtores rurais,
especialmente no que se refere às dívidas com
fornecedores/revendas.
7. Lista de participantes
|
Município
|
Representação
|
Nome
completo
|
|
ARAPOTI
|
TITULAR
|
FREDERIK
KOK
|
|
ARAPOTI
|
SUPLENTE
|
KOEN
ZOMMER
|
|
ARARUNA
|
TITULAR
|
SAULO
MOLINA
|
|
CAMBARÁ
|
TITULAR
|
FABIO
RODRIGUES FERREIRA
|
|
CAMPO
MOURÃO
|
SUPLENTE
|
GERALDO
PEREIRA
|
|
CASCAVEL
|
SUPLENTE
|
LUIZ
ANTONIO CARNIEL
|
|
CASTRO
|
TITULAR
|
EDUARDO
MEDEIROS GOMES
|
|
CHOPINZINHO
|
TITULAR
|
ENIO
PIGOSSO
|
|
CIANORTE
|
TITULAR
|
MAURO
PEDRONI
|
|
CORONEL
VIVIDA
|
TITULAR
|
ABILIO
GEHLEN
|
|
CORONEL
VIVIDA
|
SUPLENTE
|
ANGELO
MEZZOMO
|
|
CURIÚVA
|
TITULAR
|
MÁRCIO
ROGÉRIO BORANELI
|
|
GUARAPUAVA
|
TITULAR
|
ANTON
GORA
|
|
IPIRANGA
|
TITULAR
|
JOÃO
CONRADO SCHMIDT
|
|
IPIRANGA
|
SUPLENTE
|
FABIO
SCHMIDT
|
|
IPORÃ
|
TITULAR
|
ESTANISLAU
BASSAN
|
|
JURANDA
|
TITULAR
|
ANTONIO
WILSON P. DEMENECK
|
|
LAPA
|
TITULAR
|
LINDAMAR
MACHADO PEREIRA
|
|
LAPA
|
SUPLENTE
|
ANDRÉ
BUBNIAK MONTRUCCHIO
|
|
LONDRINA
|
TITULAR
|
EDISON
MAZEI PONTI
|
|
MAL.
CÂNDIDO RONDON
|
SUPLENTE
|
SÍBIO
RAFAEL REGINATTO
|
|
MARINGÁ
|
TITULAR
|
JOSÉ
ANTONIO BORGHI
|
|
MATELÂNDIA
|
TITULAR
|
HIROYUKI
INAGAKI
|
|
MATELÂNDIA
|
TITULAR
|
FABRÍCIO
PEREIRA ANIZELLI
|
|
ORTIGUEIRA
|
TITULAR
|
JOSÉ
FERNANDO DE PAULA
|
|
PALMEIRA
|
TITULAR
|
LUIZ
CAPRARO NETO
|
|
PALOTINA
|
TITULAR
|
GILMAR
SPONCHIADO
|
|
PATO
BRANCO
|
TITULAR
|
EUCIR
BROCCO
|
|
PATO
BRANCO
|
SUPLENTE
|
WALDECIR
DANCKA
|
|
PITANGA
|
SUPLENTE
|
PAULO
GRÉGIO
|
|
SERTANÓPOLIS
|
TITULAR
|
JEAN
PAULO PAZINATO
|
|
TIBAGI
|
TITULAR
|
IVO
CARLOS ARNT FILHO
|
|
TOLEDO
|
TITULAR
|
NELSON
NATALINO PALUDO
|
|
UMUARAMA
|
TITULAR
|
HUMBERTO
VIGNOLI
|
|
URAÍ
|
TITULAR
|
JAIR
KREMER
|
|
URAÍ
|
SUPLENTE
|
ROBERTO
M. FUGIMORO
|
|
|
|
|
Município
|
Instituição
|
Nome
completo
|
|
CURITIBA
|
SIMEPAR
|
MARCELO
BRAUER ZAICOVSKI
|
|
CURITIBA
|
DERAL/SEAB
|
OTMAR
HUBNER
|
|
CURITIBA
|
CONAB
|
EUGÊNIO
STEFANELLO
|
|
CURITIBA
|
CONAB
|
LAFAETE
JACOMEL
|
|
CURITIBA
|
MAPA
|
KENNEDY
FERNANDES MARTINS
|
|
CURITIBA
|
MAPA
|
CELSO
NATÉL MEISTER
|
|
CURITIBA
|
CASA
CIVIL
|
ÁLVARO
RICHUV
|
|
CURITIBA
|
SEAB
|
MARIZA
KOLODA
|
|
CURITIBA
|
DEFIS/SEAB
|
MARCELO
SILVA
|
|
CURITIBA
|
FAEP
|
CARLOS
A. ALBURQUERQUE
|
|
CURITIBA
|
FAEP
|
JORGE
PROENÇA
|
|
CURITIBA
|
FAEP
|
GILDA
M. BOZZA
|
|
CURITIBA
|
FAEP
|
NILSON
HANKE CAMARGO
|
|
CURITIBA
|
FAEP
|
JEFREY
KLEINE ALBERS
|
|
CURITIBA
|
FAEP
|
PEDRO
LOYOLA
|
|
CURITIBA
|
FAEP
|
ODAIR
CELIO SANCHES
|
|
CURITIBA
|
FAEP
|
SILVIO
A. KRINSKI
|
|
CURITIBA
|
BANCO DO BRASIL
|
SÉRGIO MANTOVANI
|
|
Ivo
Arnt Filho
Presidente
Comissão Técnica de Grãos |
Pedro
Loyola
Economista
DTE - Faep
|
|
|
|